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Puxado pelo tomate, preço da cesta básica sobe 1,63% em Curitiba

De janeiro a maio deste ano, preços acumulam alta de 14,53%, diz Dieese. Para família com 4 pessoas, alimentação custou R$ 1.023,60 em maio.

Puxado pelo tomate, preço da cesta básica sobe 1,63% em Curitiba

Os preços dos alimentos no mês de maio ficaram 1,63% mais caros para a população de Curitiba. De acordo com o levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese) divulgado nesta quinta-feira (5), nos primeiros cinco meses do ano, os valores acumulam alta de 13,24%. O percentual está próximo ao acumulado dos últimos 12 meses – 14,53%. Diante destas correções, uma pessoa gastou R$ 341,20 para comprar os itens da cesta básica.

Se em abril, o preço do tomate havia caído 17,86%, em maio, o fruto ficou 17,85% puxando a alta na capital paranaense. Em seguida, o produto que teve a maior variação foi o litro do leite – 4,20%. A manteiga também ficou mais cara nas gôndolas, 3,91%. Entre os trezes itens avaliados, apenas a batata e a banana registraram queda nos preços , com redução de 17,24% e 8,23% respectivamente.

Ainda conforme a pesquisa, a alimentação no mês de maio para uma família formada por um casal e duas crianças custou R$ 1.023,60. Já para apenas um trabalhador R$ 341,20, ou seja, R$ 11,37 por dia. Por isso, a pesquisa indica que o salário mínimo no mês de abril deveria ser de R$ 3.079,31 para ser suficiente para suprir as necessidades de um trabalhador e da família dele com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social.

Média nacional

A alta dos preços em Curitiba seguiu a tendência registrada em 15 das 18 capitais pesquisadas. O tomate, que ficou mais caro em todas as capitais exceto Manaus, foi uma das principais influências de alta. A maior alta no valor da cesta básica em maio foi registrada em Fortaleza, de 5,42%, seguida por Recife (4,9%). Em São Paulo, houve alta de 2,43%, levando o valor da cesta a R$ 366,54, o maior entre os locais pesquisados. O Dieese apontou que a cesta ficou mais barata em Campo Grande (-2,05%), Florianópolis (-0,38%) e Brasília (-0,10%).