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Falta de pastagem e menor produção provocam alta no preço do leite

Cepea aponta, em março, preços 3% mais altos. No Paraná, os criadores estão satisfeitos com a reação do mercado.

Falta de pastagem e menor produção provocam alta no preço do leite Com a falta de pastagens e a queda na produção, o preço do leite subiu em várias regiões do país. No Paraná, os criadores estão satisfeitos com a reação do mercado. Uma das mais produtivas bacias leiteiras do estado fica no centro-sul. A região de Castro tem uma colônia holandesa tradicional e que há décadas investe no leite. Este ano, os preços começaram baixos por causa do aumento na produção final de 2013, mas agora, a situação é outra. No mesmo período do ano passado, o produtor da região recebia menos de R$ 1 por litro de leite, o que pegou de surpresa quem não estava preparado. Agora, entrando na entressafra, o mercado está reagindo e os preços subiram. Hoje o criador está recebendo, em média, R$ 1,10 pelo litro de leite entregue na cooperativa Castrolanda. Os 390 criadores produzem juntos uma média de 620 mil litros por dia. Henrique Junqueira, gerente de negócios do leite da cooperativa, explica que a estiagem de janeiro e fevereiro trouxe perdas na produção de estados como Minas Gerais e Goiás, o que fez com que o preço reagisse em todo o país. Por isso, a previsão agora é de bons negócios. No mesmo período do ano passado o produtor da região estava recebendo menos de R$ 1 por litro de leite, o que pegou de surpresa quem não estava preparado. Agora, entrando na entressafra, o mercado começa a reagir e os preços subiram. Desde a última grande crise, em 2008, Sérgio tem investido para aumentar a produção do rebanho holandês. Hoje na fazenda dele são 350 animais em lactação. “Estamos sempre buscando o máximo nível de produtividade das vacas, porque no final, na média, a gente tem uma rentabilidade que compensa a produção”. De acordo com o Cepea, em março, o preço médio subiu, na média, 3%.